sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Inverno

Doente na metrópole.
Um coração inquieto, uma mente intranqüila e um corpo tentando dizer algo que não sei entender. Ou sei.
A boa sensação de anonimato novamente. Ser apenas estatística, só mais um número. Mais um sintoma, mas de outra doença.
Desta vez, vendo a cidade triste.
E discussões sobre as misérias do mundo num dos hotéis mais caros do país.



Quero mais Deus na minha vida.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

sábado, 9 de agosto de 2008

mel

e agora eu simplesmente me impressionei com o mel. como podem uns míseros(!?) insetos fazerem uma coisa tãão gostosa e saudável para nós? tá, tem toda uma explicação bioquímica, fisiológica e tal, mas isso não elimina a mágica surpreendente ali.
eu fico olhando...
já faz uns dias que estou comendo mel por puro espanto.


Agora me diz como não vê-Lo?

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Errata

Segredos involuntários desse cor inquietum. Que escapam com tosco disfarce. Porque um não conhece o outro, porque não se conciliam. Porque seu encontro é um choque que me parte ao meio. Uma decisão que adio e que procuro esconder, como evidencia esse cor. Filhos bastardos da minha insegurança, do medo, da hesitação que me dá forma, essas mãos que me esculpiram.
Alma retesada a ponto de arrebentar.
Me resumem - e se embaraçam - o amor que sinto e a tenho.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

a instabilidade poderia ser o veneno antimonotonia.
mas é uma montanha russa sinistra. te faz chegar àquele ponto mais alto, onde a vista é a mais linda e o horizonte mais promissor, só para te fazer descer maldosamente quase em queda livre, apavorado, quase sem esperança.

então eu vejo que o mesmo quase que me impede de ser completa, é o que me salva de desistir totalmente.