Quarenta e cinco dias longe de casa, de amigos, conhecidos, do conforto, da redoma. Dedicação integral ao trabalho aparentemente altruísta, em prol daqueles que não conheço.
Os dias de mais profunda imersão no que sou, mas agora por novas e desconhecidas vias. Não mais a da reflexão inerte, a introspecção retórica, mas a do serviço, da ação permanente, da iniciativa em nome de uma causa. O paradoxo redentor: sair de mim para encontrar-me.
Férias inesquecíveis. Aprendizado para a eternidade.
