Eu não tenho vivido direito. Tenho postergado atenções, providências, compromissos. Tornando mais complicada a vida, em resumo, e por motivo que ainda desconheço. É um impulso para o nada que me habita desde... sempre. Daí que, não vivendo acordada, tenho vivido dormindo. Tenho sonhado muito e com múltiplas coisas ultimamente, vários sonhos por noite, cheios de cotidiano. E muitos deles desconcertantes, cujos conteúdos não sei bem interpretar.
Incomodando: um rato que me mordeu na biblioteca e um menino que invadiu área privada.
Um comentário:
vozes do corpo, o sulbaterno da mente.
eu contigo.
Postar um comentário