
Há um menino, há um moleque
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero
Viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão(Bola de meia, bola de gude - Milton Nascimento)
E pensando nessa criança que eu sou, divago (porque esse é o meu esporte): quem sabe haja uma explicação para a anacrônica meninice do meu rosto, uma causa intencional pra ela? Talvez seja Deus que esteja sendo ainda mais amoroso comigo, me dando essa aparência até então para acompanhar o ritmo lento do meu aprendizado sempre tardio das lições da vida. :-)
Morando sempre no meu coração
Toda vez que o adulto balança
Ele vem pra me dar a mão
Há um passado no meu presente
Um sol bem quente lá no meu quintal
Toda vez que a bruxa me assombra
O menino me dá a mão
E me fala de coisas bonitas que eu acredito
Que não deixarão de existir
Amizade, palavra, respeito
Caráter, bondade, alegria e amor
Pois não posso, não devo, não quero
Viver como toda essa gente insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal
Bola de meia, bola de gude
O solidário não quer solidão
Toda vez que a tristeza me alcança
O menino me dá a mão(Bola de meia, bola de gude - Milton Nascimento)
E pensando nessa criança que eu sou, divago (porque esse é o meu esporte): quem sabe haja uma explicação para a anacrônica meninice do meu rosto, uma causa intencional pra ela? Talvez seja Deus que esteja sendo ainda mais amoroso comigo, me dando essa aparência até então para acompanhar o ritmo lento do meu aprendizado sempre tardio das lições da vida. :-)
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