Quem está de passagem está sempre se despedindo.
A medida que ajusto o foco nas prioridades eternas, aceno um novo adeus. Nunca senti isso tão forte. Todos os dias, caminhando na direção dEle, sou chamada a deixar alguma coisa pra trás. E apesar de ser estrangeira, de nada disso aqui me pertencer, essas separações ainda são doloridas.
Nos útimos dias estou me despedindo de algumas causas que eu defendia com muito de mim para agora lutar apenas pelo que durará eternamente. Porque não é a política que tornará o mundo mais justo, mas Cristo.
E não foi só. Depois de ficar mais uma vez óbvia uma desconexão de propósitos, comecei a sentir a separação de pessoas que já foram tão próximas. Doeu no começo, mas passou logo, com a simples constatação de que afinidades são mutáveis. Tudo bem.
Enquanto uns se vão, outros chegarão e todos juntos - afins e não afins - uma nova e perene família formaremos.
À frente e acima desses, o Amado, "porque nEle vivemos, nos movemos e existimos" (At 17:28).
Para o alto e avante! ;-)
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