quinta-feira, 28 de abril de 2011

roda viva


Nessa toada, eu sempre quero arranjar um jeito pra tudo e nunca dou conta. Sobram sempre escusas.
E o tumulto continua.
De repente, minha vida se encheu! Pessoas que amo, a quem me apraz me dedicar, me oferecer, conviver, encontros e reencontros. Afazeres prazerosos, outros nem tanto, serviço, planos, sonhos. Então, ser apenas uma se torna pouco e incomoda. E eu volto a morrer naquele mesmo velho impasse: eu versus o resto do mundo. Nunca consigo conciliá-los, e para escolher um deles um não terá de ser dito para o outro.
Aqui jaz minha paz: eu não sei dizer "não". Pra eles, pra mim. Que fraqueza é essa? De onde vem isso?
É desse jeito que o que era pra ser só bom começa a ser ruim também, o que era pra ser meu êxtase total é minha pedrinha de tropeço.
Equilíbrio, eu Te peço. 

2 comentários:

Roldan Alencar disse...

Ótimo texto!!! Parabéns pelo blog =D

C. Adalgisa disse...

Como a ti mesmo (amai uns aos outros).
Só equilíbrio mesmo.
Teve gente que quaase chorouu rs. Lov