sexta-feira, 17 de maio de 2013

falso silêncio

falsa ausência.
diariamente aqui, porque a catarse é terapêutica e eu simplesmente não me aguento se não me expressar de alguma forma. medo de implodir.
e sobram anotações espalhadas em qualquer papel que haja à mão. a mais antiga conhecida data dos 11 anos, no caderno de receitas da mãe. a cartas vieram antes, assim que aprendi a escrever. e guardanapo, post-it, papel de pão, caderno de estudo, boleto bancário, margem de livro, agendas, cadernos anuais de anotações e impressões, etc, se multiplicam desde então.
há 2 décadas usando a palavra para desafogar, para aliviar, para continuar, para (sobre)viver.

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