junho de 2013.
a despedida tomou outras dimensões. a desistência de um
ideal de amor em que sempre acreditei, não por achá-lo de todo ilusório, embora em muito o seja, mas principalmente por
não mais tê-lo como uma possibilidade universal e por minha evidente incapacidade emocional de vivê-lo de forma equilibrada.
such high expectations, so many disapointments. o tempo todo, esse o meu erro. o mito do amor romântico, da cara-metade, de uma parceria vitalícia.
afora a mentiras que me contaram, a pior foi a que eu mesma inventei e quis acreditar. procurei e achei mais dor. parei. não há ninguém em lugar algum.
relutei em encarar essa realidade, mas tudo conspirou para esse desfecho.
amar não é
precisar.

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