sábado, 29 de junho de 2013

mutatis mutandis, cor inquietum

uma mania é querer sempre entender. e para isso, em mim, é preciso expressar. alguma coisas só saem de nós por escrito e foi assim que, para evitar a monotonia do tema aqui, desaguei meu rio de mágoas e confusões por aí, tentando explicar para mim mesma o que, como e por que acontece e aconteceu por dentro. e foi bom.
de tudo um muito. de autocomiseração a grandes saltos de força e fé. agonia e humor. vergonha e graça. eu. retratada por um único ângulo, o do amor, pseudoamor, desamor.
parece que se cumpriu e um ciclo menor se fechou, embora o maior e outros paralelos ainda girem viciados e incansáveis por aqui.

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